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| Foto: reprodução da internet. |
O
PT e os partidos da base aliada, derrotados, votaram contra a redução, afinal, os
ministérios têm servido como armários, onde o governo pendura os seus cabides –
políticos de partidos aliados (inclusive o PMDB de onde surgiu a proposta)*, para não perder apoio no Congresso e inflar
ainda mais os gastos com a máquina administrativa.
A
medida vem de encontro com o atual momento em que o Brasil está passando, com a
crise na economia o correto seria cortar gastos e despesas desnecessárias,
mas o PT enxerga de outra maneira prefere passar para a população o pato da
crise, aumentando o preço dos combustíveis e da luz, por exemplo. Por que não
desinflar a máquina? Um ministério não precisa ser destrinchado em três ou
quatro variáveis dele mesmo para funcionar bem.
Para
garantir um bom funcionamento é preciso de gente competente, com caráter e não
quantidade. Isso é provado por países desenvolvidos como os Estados Unidos,
onde o governo conta apenas com 15 ministérios.
Vale
deixar claro que o projeto não define quais ministérios devem deixar de existir
ou continuar, apenas limita a quantidade. A proposta ainda precisa ser votada duas
vezes na Câmara dos Deputados, passar pela CCJ do Senado e também ser votada em
dois turnos no plenário da Casa.
O
projeto de forma alguma visa prejudicar o governo, mas para ser prudente, caso
aprovado, deveria começar a valer só na próxima gestão para não desestabilizar
o que já anda ruim.
* Será que o PMDB aceitaria perder seus ministérios?

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