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sexta-feira, abril 13, 2012

O Caminho Perdido de Agnelo


Bordão de campanha perdido no meio do caminho.

O governo do Partido dos Trabalhadores (PT) do Distrito Federal pouco se espelha no governo nacional. O partido é o mesmo, mas a forma de se fazer política parece ser diferente. Nessa situação o velho ditado de “Tal pai,Tal filho” não funciona mais. O governo nacional parece pouco espelhar o governo feito por Agnelo Queiroz.

Aquelas pessoas que tanto exaltavam o PT para governar a capital do país, hoje pouco se excita com alguma coisa ou outra que o governo faz. Quem imaginava que aquela categoria vermelha, que tanto lutava por um governo petista no DF, hoje estaria em greve há mais de um mês. Não é verdade professores? Que nos faziam, quando estudávamos em escola pública, levar panfletos e jornalzinhos atacando o governo daquela época e exaltando o PT para nossos pais.


Muita expectativa foi criada, pois Brasília ia ser governada por um companheiro de Lula, aquele que tanto fez por nosso país. Mas em qualquer que seja o  partido, caráter, governanças, pensamentos e ideologias são diferentes, apenas a bandeira é a mesma.

A forma de governar de Agnelo Queiroz se faz desorganizada, na visão daqueles que presenciam hoje um governo cheio de mudanças em secretarias, de denúncias contra líderes da liderança, protestos, greves, falta de atendimento em hospitais, transporte público precário e números de violência altíssimos devido a falta de segurança.

O caos está ai, e, quem sobrevive a ele são os guerreiros eleitores brasilienses, que não veem a hora de acertar no seu voto. Tempo para provar merecedor da sua eleição Agnelo têm e é de sobra. São mais de dois anos pela frente para tentar reverter essa situação. Esperamos que isso aconteça e que a população, por sua espera, seja compensada, com qualidade na gestão da sua governança, assim como deve ser para quem vive na capital de um grande país.


                                    Ponto de Vista.: Wesley Ferreira




terça-feira, abril 10, 2012

Brasilienses a Mercê da Violência




Polícia em termos gerais é a garantia de segurança da população. O atendimento deve ser para todos, sem levar em conta o grau de necessidade e nem o horário de pedido do atendimento. É dever do Estado dar essa garantia.

O que vem acontecendo no Distrito Federal é bem diferente do que deveria ser feito. Quem busca por atendimento para garantir sua segurança ou de outros, tem seu pedido negado ou retardado pela Polícia Militar do DF. Tudo isso por causa da Operação Tartaruga, prestes a completar dois meses, é a forma com que os agentes de segurança estão usando para pressionar por reajuste salarial.


E sempre quem paga com isso, mais uma vez,  é a população. Exemplo disso é que os números de violência no Distrito Federal aumentaram 46% em março comparado com o mesmo período do ano passado (2011). O total de homicídios só em março foi de 88.


E nesse final de semana tivemos a prova que o retardamento e a falta de atendimento às ocorrências pela Polícia Militar são reais. Na casa de amigos solicitamos atendimento à polícia, pois estávamos sendo ameaçados por uma pessoa, desconhecido até então. O atendimento foi solicitado, mas não fomos atendidos. Nossa sorte foi à porta não ter quebrado com tantos chutes e murros por parte desse senhor, porque a Polícia Militar mesmo, que deveria garantir nossa segurança, nem apareceu.

O novo Comandante da Polícia Militar, Suamy Santana, pretende por fim na Operação Tartaruga até sexta-feira e prometeu rigor na investigação e punição de policiais que insistirem em retardar ou não atender ocorrências: “motim e subordinação é crime, e como tal deve ser tratado” aponta.

Portanto esperamos que até sexta-feira ninguém precise do atendimento em caso de risco a sua segurança. E que se investigue mesmo essas pessoas que em vez de ajudar, deixam a vida de pessoas a mercê da violência.



Ponto de Vista por .: Wesley Ferreira







segunda-feira, abril 02, 2012

Heróis

Tarsila do Amaral



Verdadeiros heróis existem e são...

Aqueles que acordam 6h da manhã para ir ao trabalho.

São aqueles que com apenas um salário mínimo, sustenta uma família inteira.

São aqueles que ficam horas em filas, esperando atendimento em hospital público.

São aqueles que com muito pouco, faz muito.

São aqueles que lutam pela realização de seus sonhos, de maneira honesta.

São aqueles que driblam obstáculos, com o sorriso no rosto.

São aqueles que elege alguém, para ver sua vida melhor e não tem!


Por.: Wesley Ferreira